Financeiro

Custos do restaurante: a estrutura ideal que fecha a conta

Restaurante saudável tem distribuição de custo previsível. Veja o benchmark de mercado e onde sua operação está.

Custo de restaurante tem estrutura previsível. Restaurante saudável distribui assim: CMV 28-35%, Folha 25-30%, Aluguel 8-12%, Energia/Água/Gás 3-5%, Marketing 2-5%, Taxas/Impostos 8-12%, Manutenção 1-3%, Pró-labore 5-10%. Soma: 80-92%. O resto (8-20%) é margem líquida.

Quando algum item passa do limite, o custo total fura 92% e a operação entra no vermelho. CMV de 40% (acima do limite) com folha de 32% (acima) já queima 72% — sobra pouquíssimo para o resto. Por isso controle de cada categoria é vital.

Como reduzir cada categoria: CMV (ficha técnica, FIFO, negociação); Folha (dimensionar pelo movimento real, banco de horas, polivalência); Aluguel (renegociar a cada 24 meses); Marketing (medir ROI por canal); Taxas (planejamento tributário).

CMV: 28-35%

Insumo. Maior categoria do restaurante.

Folha: 25-30%

Salário + encargos. Segundo maior peso.

Aluguel: 8-12%

Acima disso, ponto encarece operação.

Marketing: 2-5%

Investimento, não despesa. Meça ROI.

Taxas/Impostos: 8-12%

Depende do regime tributário.

Perguntas frequentes

Posso ter CMV maior em troca de folha menor?▾

Sim, em modelos que precisam de menos preparo. Mas o total não pode passar de 60%.

Aluguel acima de 12%, o que fazer?▾

Renegociar, mudar de ponto ou aumentar receita compensando.

Energia pesa muito no custo?▾

Em restaurante com forno e chapa, sim. 5-7% é comum em pizzaria e churrascaria.

Você não precisa vender mais.
Precisa parar de perder dinheiro.

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